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sexta-feira, 22 de maio de 2009

Padre Fábio de Melo deve atrair mais de 50 mil pessoas ao Vale do Paraíba

Padre Fábio de Melo deve atrair mais de 50 mil pessoas ao Vale do Paraíba
21/05/2009 - 11h15 (Assessoria Canção Nova)


No próximo domingo (24), a comunidade católica Canção Nova com sede em Cachoeira Paulista, no Vale do Paraíba, realiza o Kairos (palavra grega que significa tempo da graça de Deus) com Padre Fábio de Melo.

Com o tema "Vencendo os medos, conquistando Vitórias", o sacerdote aborda o medo como o avesso da coragem. Mas, enfatiza que o medo é que nos coloca no nosso lugar e nos prepara para o sorriso do pódio.

Durante o evento acontece o lançamento do livro "Carta entre Amigos - sobre medos contemporâneos", de Padre Fábio de Melo e Gabriel Chalita. A proposta da obra é apresentar aos leitores uma profunda reflexão sobre o homem contemporâneo e seus medos - da morte, da solidão, do fracasso, da inveja, do envelhecimento, das paixões, da falta de sentido da vida.

A programação terá início às 8 horas, com horário previsto para o encerramento às 14h30 com a Santa Missa,presidida pelo Padre Fábio de Melo.


Canção Nova

A comunidade católica Canção Nova, fundada por Monsenhor Jonas Abib comemorou 30 anos em 2008 e recebeu recentemente o Reconhecimento Pontifício, sendo elevada à condição de Associação Internacional de Fiéis. Foi oficialmente admitida na família Salesiana e tem por missão evangelizar pelos meios de comunicação social e pelos encontros de oração. Lançamento do Livro "Carta entre Amigos - sobre medos contemporâneos" Autores: Pe. Fábio de Melo e Gabriel Chalita Data: domingo (24) Local: Centro de Evangelização - Sede da Comunidade Canção Nova Endereço: Rua João Paulo II, s/nº - Cachoeira Paulista-Vale do Paraíba (SP). Entrada: Gratuita.

Coletiva de Imprensa Padre Fábio de Melo e Gabriel Chalita. Data: domingo (24), às 12 horas Local: Sala de Imprensa, Centro de Evangelização, Sede da Comunidade Canção Nova Mais informações: assessoria@cancaonova.com.


“Cartas entre amigos – sobre medos contemporâneos”, do Padre Fábio de Melo e Gabriel Chalita, resgata pensamentos filosóficos para provocar a reflexão sobre dramas atuais

O livro lançado pela Ediouro em formato de cartas aborda a diversidade e complexidade das relações humanas e busca na filosofia o princípio da resposta para as angústias do homem de hoje.

Uma profunda reflexão sobre o homem contemporâneo e seus medos - da morte, da solidão, do fracasso, da inveja, do envelhecimento, das paixões, da falta de sentido da vida. Essa é a proposta da obra da Ediouro “Cartas entre amigos – sobre medos contemporâneos”, elaborada pelos amigos e escritores padre Fábio de Melo e Gabriel Chalita.

Os textos compartilhados na forma de cartas foram concebidos como mensagens de singular beleza filosófica, nas quais os autores versam sobre saberes e inquietações intelectuais para elaborar sua visão sobre questões centrais do mundo atual.

Com razão e muita sensibilidade, Chalita e Fábio de Melo resgatam valores do humanismo e ao mesmo tempo celebram sua amizade. Como apregoava Aristóteles “a amizade verdadeira é a excelência moral perfeita” e ele creditava à amizade as razões para entender que ninguém é feliz sozinho.

A sociedade atual não compreende a complexidade dos laços humanos e da partilha do conhecimento. As relações se tornam árduas, violentas ou mesmo superficiais. Não há criação de laços verdadeiros. O tempo para refletir é escasso e a obra traz essa oportunidade de análise.

Com linguagem clara e concisa, “Cartas entre amigos – sobre medos contemporâneos” retrata as múltiplas facetas dos anseios e temores dos seres humanos. Para tanto, os autores mesclam suas próprias experiências de vida com preceitos filosóficos que se adéquam perfeitamente aos dramas atuais. Filósofos da antiguidade e contemporâneos “conversam” entre si, suscitando questionamentos nos leitores.

Pensamentos de Schopenhauer, Bauman, Marx e Focault, entre outros, são permeados por trechos literários e poéticos de grandes escritores e poetas da nossa época, tais como Adélia Prado, Cecília Meirelles, Machado de Assis, Vinicius de Moraes, Nélida Pinõn, Etienne de La Boétie, Florbela Espanca, que emprestam sua prosa e sua poesia para os dois amigos escritores narrarem suas próprias experiências de vida ou de pessoas que passaram por suas trajetórias e contaram-lhes sua história.

Os medos contemporâneos retratados por Fábio de Melo e Chalita nascem da fragilidade dos laços humanos e da construção de relações cada vez mais efêmeras. Hoje, as pessoas possuem uma necessidade excêntrica de serem as melhores em tudo. E se os planos não derem certo? E o sofrimento daquelas que representam o tempo todo? Haverá algum momento em que todos resistirão à tentação dos holofotes e se iluminarão por si mesmos, sem medo da primeira impressão? E o medo do envelhecimento que trava uma batalha insana contra o amanhã?

Em cada uma das dezoito cartas escritas, o leitor vai se envolvendo com esta proposta de lançar um olhar cuidadoso sobre as dores da alma. Afinal, “conhecer a si mesmo é sempre uma viagem dolorosa e necessária”.

o de Andrade escreveu mais de sete mil cartas. Algumas dóceis, outras revelando mágoas. Machado de Assis também se correspondeu durante anos com sua amada. E como uma homenagem velada a estes escritores, o projeto de escrever um livro no formato de cartas nasceu da amizade entre os autores: surgiu quando padre Fábio de Melo vinha de uma maratona de shows do CD “Vida”, o mais vendido do país. Chalita acabava de ser eleito um dos vereadores mais votados do Brasil e preparava-se para assumir sua cadeira na Câmara Municipal de São Paulo. Neste momento de “balanço” de suas experiências, ambos se deram o direito de escrever. Não são respostas prontas para o leitor e muito menos páginas com a pretensão de categorizar verdades.

Estes amigos revisitam seus conhecimentos e histórias de vida e partilham isso com o leitor. “Cartas que embalaram e que embalam quem tem algo a dizer. E não há ninguém que não tenha nada a dizer. Talvez nem diga, mas que tem, tem”, afirmam os escritores.

Sobre os autores

Fábio de Melo - Graduado em teologia na Pontifícia Universidade Católica (PUC-Rio) e em filosofia (pela Fundação Educacional de Brusque, em Santa Catarina). É pós-graduado em educação na Universidade Salgado de Oliveira, no Rio, e mestre em teologia sistemática pelo Instituto Santo Inácio de Loyola, de Belo Horizonte (MG). Autor do best-seller Quem me roubou de mim? Na música já lançou 11 CDs, com mais de 1,8 milhão de cópias vendidas e 120 shows realizados com lotação máxima no ano de 2008.

Gabriel Chalita - Educador, escritor, palestrante e apresentador de rádio e TV. Doutor em Filosofia do Direito e Doutor em Comunicação e Semiótica, Mestre em Direito e Mestre em Ciências Sociais, Bacharel em Direito e Bacharel em Filosofia. Autor de 45 livros, como Pedagogia do Amor e a Ética do Rei Menino, dentre outros best-sellers, é ex- Secretário de Educação do Estado de São Paulo e foi o vereador eleito mais votado da capital paulista nas eleições de 2008.



Padre Fábio de Melo deve atrair mais de 50 mil pessoas ao Vale do Paraíba

Padre Fábio de Melo deve atrair mais de 50 mil pessoas ao Vale do Paraíba
21/05/2009 - 11h15 (Assessoria Canção Nova)


No próximo domingo (24), a comunidade católica Canção Nova com sede em Cachoeira Paulista, no Vale do Paraíba, realiza o Kairos (palavra grega que significa tempo da graça de Deus) com Padre Fábio de Melo.

Com o tema "Vencendo os medos, conquistando Vitórias", o sacerdote aborda o medo como o avesso da coragem. Mas, enfatiza que o medo é que nos coloca no nosso lugar e nos prepara para o sorriso do pódio.

Durante o evento acontece o lançamento do livro "Carta entre Amigos - sobre medos contemporâneos", de Padre Fábio de Melo e Gabriel Chalita. A proposta da obra é apresentar aos leitores uma profunda reflexão sobre o homem contemporâneo e seus medos - da morte, da solidão, do fracasso, da inveja, do envelhecimento, das paixões, da falta de sentido da vida.

A programação terá início às 8 horas, com horário previsto para o encerramento às 14h30 com a Santa Missa,presidida pelo Padre Fábio de Melo.


Canção Nova

A comunidade católica Canção Nova, fundada por Monsenhor Jonas Abib comemorou 30 anos em 2008 e recebeu recentemente o Reconhecimento Pontifício, sendo elevada à condição de Associação Internacional de Fiéis. Foi oficialmente admitida na família Salesiana e tem por missão evangelizar pelos meios de comunicação social e pelos encontros de oração. Lançamento do Livro "Carta entre Amigos - sobre medos contemporâneos" Autores: Pe. Fábio de Melo e Gabriel Chalita Data: domingo (24) Local: Centro de Evangelização - Sede da Comunidade Canção Nova Endereço: Rua João Paulo II, s/nº - Cachoeira Paulista-Vale do Paraíba (SP). Entrada: Gratuita.

Coletiva de Imprensa Padre Fábio de Melo e Gabriel Chalita. Data: domingo (24), às 12 horas Local: Sala de Imprensa, Centro de Evangelização, Sede da Comunidade Canção Nova Mais informações: assessoria@cancaonova.com.


“Cartas entre amigos – sobre medos contemporâneos”, do Padre Fábio de Melo e Gabriel Chalita, resgata pensamentos filosóficos para provocar a reflexão sobre dramas atuais

O livro lançado pela Ediouro em formato de cartas aborda a diversidade e complexidade das relações humanas e busca na filosofia o princípio da resposta para as angústias do homem de hoje.

Uma profunda reflexão sobre o homem contemporâneo e seus medos - da morte, da solidão, do fracasso, da inveja, do envelhecimento, das paixões, da falta de sentido da vida. Essa é a proposta da obra da Ediouro “Cartas entre amigos – sobre medos contemporâneos”, elaborada pelos amigos e escritores padre Fábio de Melo e Gabriel Chalita.

Os textos compartilhados na forma de cartas foram concebidos como mensagens de singular beleza filosófica, nas quais os autores versam sobre saberes e inquietações intelectuais para elaborar sua visão sobre questões centrais do mundo atual.

Com razão e muita sensibilidade, Chalita e Fábio de Melo resgatam valores do humanismo e ao mesmo tempo celebram sua amizade. Como apregoava Aristóteles “a amizade verdadeira é a excelência moral perfeita” e ele creditava à amizade as razões para entender que ninguém é feliz sozinho.

A sociedade atual não compreende a complexidade dos laços humanos e da partilha do conhecimento. As relações se tornam árduas, violentas ou mesmo superficiais. Não há criação de laços verdadeiros. O tempo para refletir é escasso e a obra traz essa oportunidade de análise.

Com linguagem clara e concisa, “Cartas entre amigos – sobre medos contemporâneos” retrata as múltiplas facetas dos anseios e temores dos seres humanos. Para tanto, os autores mesclam suas próprias experiências de vida com preceitos filosóficos que se adéquam perfeitamente aos dramas atuais. Filósofos da antiguidade e contemporâneos “conversam” entre si, suscitando questionamentos nos leitores.

Pensamentos de Schopenhauer, Bauman, Marx e Focault, entre outros, são permeados por trechos literários e poéticos de grandes escritores e poetas da nossa época, tais como Adélia Prado, Cecília Meirelles, Machado de Assis, Vinicius de Moraes, Nélida Pinõn, Etienne de La Boétie, Florbela Espanca, que emprestam sua prosa e sua poesia para os dois amigos escritores narrarem suas próprias experiências de vida ou de pessoas que passaram por suas trajetórias e contaram-lhes sua história.

Os medos contemporâneos retratados por Fábio de Melo e Chalita nascem da fragilidade dos laços humanos e da construção de relações cada vez mais efêmeras. Hoje, as pessoas possuem uma necessidade excêntrica de serem as melhores em tudo. E se os planos não derem certo? E o sofrimento daquelas que representam o tempo todo? Haverá algum momento em que todos resistirão à tentação dos holofotes e se iluminarão por si mesmos, sem medo da primeira impressão? E o medo do envelhecimento que trava uma batalha insana contra o amanhã?

Em cada uma das dezoito cartas escritas, o leitor vai se envolvendo com esta proposta de lançar um olhar cuidadoso sobre as dores da alma. Afinal, “conhecer a si mesmo é sempre uma viagem dolorosa e necessária”.

o de Andrade escreveu mais de sete mil cartas. Algumas dóceis, outras revelando mágoas. Machado de Assis também se correspondeu durante anos com sua amada. E como uma homenagem velada a estes escritores, o projeto de escrever um livro no formato de cartas nasceu da amizade entre os autores: surgiu quando padre Fábio de Melo vinha de uma maratona de shows do CD “Vida”, o mais vendido do país. Chalita acabava de ser eleito um dos vereadores mais votados do Brasil e preparava-se para assumir sua cadeira na Câmara Municipal de São Paulo. Neste momento de “balanço” de suas experiências, ambos se deram o direito de escrever. Não são respostas prontas para o leitor e muito menos páginas com a pretensão de categorizar verdades.

Estes amigos revisitam seus conhecimentos e histórias de vida e partilham isso com o leitor. “Cartas que embalaram e que embalam quem tem algo a dizer. E não há ninguém que não tenha nada a dizer. Talvez nem diga, mas que tem, tem”, afirmam os escritores.

Sobre os autores

Fábio de Melo - Graduado em teologia na Pontifícia Universidade Católica (PUC-Rio) e em filosofia (pela Fundação Educacional de Brusque, em Santa Catarina). É pós-graduado em educação na Universidade Salgado de Oliveira, no Rio, e mestre em teologia sistemática pelo Instituto Santo Inácio de Loyola, de Belo Horizonte (MG). Autor do best-seller Quem me roubou de mim? Na música já lançou 11 CDs, com mais de 1,8 milhão de cópias vendidas e 120 shows realizados com lotação máxima no ano de 2008.

Gabriel Chalita - Educador, escritor, palestrante e apresentador de rádio e TV. Doutor em Filosofia do Direito e Doutor em Comunicação e Semiótica, Mestre em Direito e Mestre em Ciências Sociais, Bacharel em Direito e Bacharel em Filosofia. Autor de 45 livros, como Pedagogia do Amor e a Ética do Rei Menino, dentre outros best-sellers, é ex- Secretário de Educação do Estado de São Paulo e foi o vereador eleito mais votado da capital paulista nas eleições de 2008.



terça-feira, 19 de maio de 2009

Deus e os absurdos do mundo. (do livro "Quando o sofrimento bater à sua porta")

Deus e os absurdos do mundo
Jogar a culpa de nossas desgraças nas costas de Deus é muito simples.
Não temos o direito de pedir a Deus que faça um círculo ser quadrado. Como sabemos, as regras da vida precisam ser consideradas. Se compreendermos essas regras, certamente vamos alcançar uma fé madura e crescer como pessoas responsáveis.

A psicologia nos ensina que um dos elementos que acenam para a maturidade da pessoa é justamente sua capacidade de assumir as responsabilidades e responder pelos erros.

O nosso jeito de praticar a religião nem sempre é maduro, isso porque muito facilmente acreditamos que Deus resolverá todos os nossos problemas. Insistimos em acreditar que Ele nos livrara de todas as consequências de nossas escolhas erradas, e que uma vida em Deus é uma vida sem problemas. Engano! Quanto mais crescemos em Deus, maior é a necessidade que temos de purificar os nossos excessos. Esses excessos se dão em todos os detalhes de nossa personalidade, desde as nossas compreensões mais simples até mesmo às compreensões mais elaboradas.

O jeito como reagimos diante de uma determinada situação depõe contra ou a favor do que consideramos como maduro em nós. A maneira como interpretamos as coisas ruins que nos acontecem é um modo interessante de medir o nosso grau de maturidade. Um exemplo simples: um rapaz embriagado atropelou uma menina de seis anos no centro de uma cidade no interior da Bahia. Para se livrar da responsabilidade do acontecido, o jovem recorreu ao absurdo de dizer que estava possuído pelo diabo, e que por isso a matou. Ao utilizar-se de um argumento como esse, o rapaz demonstrou ser realmente vítima de uma única possessão: a ignorância. Ao culpar o demônio pelo absurdo de suas displicências, o rapaz tenta se eximir de forma imatura e vergonhosa da responsabilidade de pagar pelo crime cometido.

A maturidade também se expressa no que pedimos. Outro exemplo simples: uma pessoa fumou a vida inteira, nunca se esmerou por lutar para deixar o vício, e, num determinado momento, descobre que tem câncer. Então se coloca a pedir a Deus um milagre. É justo? A doença não nasceu das escolhas que fez? Tenho o direito de colher o que na verdade não plantei? Acho pouco provável.

O milagre é realizado a quatro mãos. Mãos de Deus e mãos humanas. O que deixo de fazer ou o que negligencio agora poderá comprometer o bem a que Deus já me destinou. O Senhor não quer as tragédias do mundo. As tragédias humanas são construídas aos poucos por nós mesmos. É preciso maturidade para assumir. Jogar a culpa de nossas desgraças nas costas de Deus é muito simples. Assim ficamos eximidos de qualquer responsabilidade ou comprometimento.

Grandes acidentes acontecem com pequenos descuidos. Ao dizer que nem mesmo um fio de cabelo cai de nossa cabeça sem que o Pai do céu permita, Jesus não se refere a acidentes absurdos. A permissão de Deus está sempre conectada à natureza de Sua bondade. Deus é bom. Não há variações em Sua vontade. O Seu querer para a vida humana é sempre a vida, e vida em abundancia. De Deus não nascem tragédias. Os acontecimentos trágicos do mundo não são frutos de permissões divinas, mas sim, de deliberações de nossa vontade.



(Trecho extraído do livro:
"Quando o sofrimento bater à sua porta")





Padre Fábio de Melo
Padre Fábio de Melo é professor no curso de teologia, cantor, compositor, escritor e apresentador do programa "Direção espiritual" na TV Canção Nova.

Fonte -Site Canção Nova/Formação
04/05/2009 - 08h00

Deus e os absurdos do mundo. (do livro "Quando o sofrimento bater à sua porta")

Deus e os absurdos do mundo
Jogar a culpa de nossas desgraças nas costas de Deus é muito simples.
Não temos o direito de pedir a Deus que faça um círculo ser quadrado. Como sabemos, as regras da vida precisam ser consideradas. Se compreendermos essas regras, certamente vamos alcançar uma fé madura e crescer como pessoas responsáveis.

A psicologia nos ensina que um dos elementos que acenam para a maturidade da pessoa é justamente sua capacidade de assumir as responsabilidades e responder pelos erros.

O nosso jeito de praticar a religião nem sempre é maduro, isso porque muito facilmente acreditamos que Deus resolverá todos os nossos problemas. Insistimos em acreditar que Ele nos livrara de todas as consequências de nossas escolhas erradas, e que uma vida em Deus é uma vida sem problemas. Engano! Quanto mais crescemos em Deus, maior é a necessidade que temos de purificar os nossos excessos. Esses excessos se dão em todos os detalhes de nossa personalidade, desde as nossas compreensões mais simples até mesmo às compreensões mais elaboradas.

O jeito como reagimos diante de uma determinada situação depõe contra ou a favor do que consideramos como maduro em nós. A maneira como interpretamos as coisas ruins que nos acontecem é um modo interessante de medir o nosso grau de maturidade. Um exemplo simples: um rapaz embriagado atropelou uma menina de seis anos no centro de uma cidade no interior da Bahia. Para se livrar da responsabilidade do acontecido, o jovem recorreu ao absurdo de dizer que estava possuído pelo diabo, e que por isso a matou. Ao utilizar-se de um argumento como esse, o rapaz demonstrou ser realmente vítima de uma única possessão: a ignorância. Ao culpar o demônio pelo absurdo de suas displicências, o rapaz tenta se eximir de forma imatura e vergonhosa da responsabilidade de pagar pelo crime cometido.

A maturidade também se expressa no que pedimos. Outro exemplo simples: uma pessoa fumou a vida inteira, nunca se esmerou por lutar para deixar o vício, e, num determinado momento, descobre que tem câncer. Então se coloca a pedir a Deus um milagre. É justo? A doença não nasceu das escolhas que fez? Tenho o direito de colher o que na verdade não plantei? Acho pouco provável.

O milagre é realizado a quatro mãos. Mãos de Deus e mãos humanas. O que deixo de fazer ou o que negligencio agora poderá comprometer o bem a que Deus já me destinou. O Senhor não quer as tragédias do mundo. As tragédias humanas são construídas aos poucos por nós mesmos. É preciso maturidade para assumir. Jogar a culpa de nossas desgraças nas costas de Deus é muito simples. Assim ficamos eximidos de qualquer responsabilidade ou comprometimento.

Grandes acidentes acontecem com pequenos descuidos. Ao dizer que nem mesmo um fio de cabelo cai de nossa cabeça sem que o Pai do céu permita, Jesus não se refere a acidentes absurdos. A permissão de Deus está sempre conectada à natureza de Sua bondade. Deus é bom. Não há variações em Sua vontade. O Seu querer para a vida humana é sempre a vida, e vida em abundancia. De Deus não nascem tragédias. Os acontecimentos trágicos do mundo não são frutos de permissões divinas, mas sim, de deliberações de nossa vontade.



(Trecho extraído do livro:
"Quando o sofrimento bater à sua porta")





Padre Fábio de Melo
Padre Fábio de Melo é professor no curso de teologia, cantor, compositor, escritor e apresentador do programa "Direção espiritual" na TV Canção Nova.

Fonte -Site Canção Nova/Formação
04/05/2009 - 08h00

segunda-feira, 18 de maio de 2009

"Ele, sacerdote das humanas razões. Eu, sacerdote das divinas causas." Pe. Fábio de Melo


Eu na trilha incerta dos meus passos
Mergulhado no destino imenso dos meus sonhos
Vou percorrendo as estradas do mundo
Deitando a toalha branca sobre os altares da humanidade
E retirando do horizonte profano da vida
A matéria-prima que será sacralizada
Ele , o tempo, e seus movimentos de suas cirandas
Vida que se reveste de cores e estações litúrgicas
Que nos convida a celebrar
O específico de cada motivo
Tempo de preparo, de colheita, vida comum
Sopro do espírito, tempo de ressuscitar
Eu, sacerdote das divinas causas
Ele, sacerdote das humanas razões
Quando com ele, faço acordo
Sorrio com os motivos de suas alegrias
E poetizo as tristezas, que de suas mãos se desprendem Mas quando com ele posso
Ah, quando com ele posso, eu dele me esqueço
E vivo

Padre Fábio de Melo
CD/DVD "Eu e o Tempo"

"Ele, sacerdote das humanas razões. Eu, sacerdote das divinas causas." Pe. Fábio de Melo


Eu na trilha incerta dos meus passos
Mergulhado no destino imenso dos meus sonhos
Vou percorrendo as estradas do mundo
Deitando a toalha branca sobre os altares da humanidade
E retirando do horizonte profano da vida
A matéria-prima que será sacralizada
Ele , o tempo, e seus movimentos de suas cirandas
Vida que se reveste de cores e estações litúrgicas
Que nos convida a celebrar
O específico de cada motivo
Tempo de preparo, de colheita, vida comum
Sopro do espírito, tempo de ressuscitar
Eu, sacerdote das divinas causas
Ele, sacerdote das humanas razões
Quando com ele, faço acordo
Sorrio com os motivos de suas alegrias
E poetizo as tristezas, que de suas mãos se desprendem Mas quando com ele posso
Ah, quando com ele posso, eu dele me esqueço
E vivo

Padre Fábio de Melo
CD/DVD "Eu e o Tempo"

"Os limites do mundo os meus pés não ultrapassam..." (pe. Fábio de Melo)



"Os limites do mundo os meus pés não ultrapassam, mas o que de mais alto existe a minha alma alcança."



Padre Fábio de Melo
CD e DVD "Eu e o Tempo"

"Os limites do mundo os meus pés não ultrapassam..." (pe. Fábio de Melo)



"Os limites do mundo os meus pés não ultrapassam, mas o que de mais alto existe a minha alma alcança."



Padre Fábio de Melo
CD e DVD "Eu e o Tempo"

O que não cabe no tempo sobre o altar deposito. Pe. Fábio de Melo


O que não cabe no tempo sobre o altar deposito.
Ritualizao no agora da vida, o sempre que não tem fim.
A presença na ausência, a palavra no silêncio, o amor no gesto.
Que seja sempre assim: o altar de Cristo feito altar da poesia.

Padre Fábio de Melo
CD/DVD "Eu e o Tempo"

O que não cabe no tempo sobre o altar deposito. Pe. Fábio de Melo


O que não cabe no tempo sobre o altar deposito.
Ritualizao no agora da vida, o sempre que não tem fim.
A presença na ausência, a palavra no silêncio, o amor no gesto.
Que seja sempre assim: o altar de Cristo feito altar da poesia.

Padre Fábio de Melo
CD/DVD "Eu e o Tempo"

domingo, 10 de maio de 2009

domingo, 3 de maio de 2009

Arvoreando - Música do CD "Eu e o Tempo" - Pe. Fabio de Melo

Por Padre Fábio de Melo,na gravação do CD e DVD "Eu e o Tempo" no Canecão, Rio de Janeiro. Como sempre nos presenteia com os seus Dons, através de suas palavras abençoadas, antes de cantar a música Arvoreando.


“Uma das coisas que eu acho fascinante em Jesus, é a Capacidade que ele tinha de encontrar no meio da multidão as pessoas. Quando ele era capaz de reconhecer em cima de uma árvore um homem, e descobrir nele um amigo. Bonita né, uma amizade que nasce a partir da precariedade. Quando você chega desprevinido, o outro viu o que você tem de pior, e mesmo assim ele se apaixonou por você.
Amor concreto, cotidiano, diário. Jesus se apaixonava assim pelas pessoas e as tornava suas amigas, trazia para perto dele. É fascinante olhar para a capacidade que esse homem, que esse Deus tem , de investigar a miséria do outro e encontrar a pedra preciosa que está escondida.
Isso é Páscoa, isso é ressurreição, é quando no sepulcro do nosso coração alguém descobre um fio de vida e ao puxar esse fio de vida, faz com a gente que se torne melhor.
Não há nada mais bonito do que você ser achado quando você está perdido. Do que ser encontrado no momento em que você não sabe pra onde ir, e nem onde está
O amor humano tem a capacidade de ser amor de Deus em nossa vida por causa disto, porque ele nos elege.
Por isso que é bom nós termos amigos, porque na verdade as pessoas amigas, antecipam no tempo aquilo que nós acreditamos ser eterno.
Quando elas são capazes de olhar para nós e descobrir que temos de bonito, mas que as vezes costuma ficar escondido, por trás daquilo que é precário.
Agradeço muito a Deus pelos amigos que eu tenho, pelas pessoas que descobriram o que eu tenho de pior, uma coisinha que eu tenho de bom e mesmo assim continuam do meu lado. Me ajudando a ser gente, me ajudando a ser mais de Deus, ajudando a buscar dentro de mim a essência boa, que a gente acredita, que Deus esqueceu em cada um de nós.
Ter amigos como diz meu amigo gaucho “Maninho” é como arvorear, lançar galhos, lançar raízes para que o outro quando olhe a árvore, saiba que nós estamos ali, que nós permanecemos para trazer ao outro um pouco de aconchego, que as vezes ele precisa na vida.
Arvoreie, crie árvores, seja amigo!"


Já dizia Mario Quintana: Se tiver que me esquecer, esqueça, mas bem devagar.
Pe. Fabio de Melo


Letra :
Flores são todas as cores
Se tantos amores
Que eu nunca esqueci
Límpida passa no peito essa seiva
Verdade que me une a você

Livre de toda a maldade
Essa tal de amizade pra mim é raiz
Que deixa marcas no solo
É a beleza do colo, do ombro e do sim
Necessidade da terra
Presença
Essencial para a vida

A sua maneira de ser para mim
Já poda o que há de ruim
A minha vontade de ser pra você
Feito sombra, descanso sem fim
E se algum dia esquecer de mim
Só se lembre que eu tenho raiz
Só se lembre que estou por aqui

Necessidade da terra
Presença
Essencial para a vida


A sua maneira de ser para mim
Já poda o que há de ruim
A minha vontade de ser pra você
Feito sombra, descanso sem fim
E se algum dia esquecer de mim
Só se lembre que eu tenho raiz
Só se lembre que estou por aqui.



Arvoreando - Música do CD "Eu e o Tempo" - Pe. Fabio de Melo

Por Padre Fábio de Melo,na gravação do CD e DVD "Eu e o Tempo" no Canecão, Rio de Janeiro. Como sempre nos presenteia com os seus Dons, através de suas palavras abençoadas, antes de cantar a música Arvoreando.


“Uma das coisas que eu acho fascinante em Jesus, é a Capacidade que ele tinha de encontrar no meio da multidão as pessoas. Quando ele era capaz de reconhecer em cima de uma árvore um homem, e descobrir nele um amigo. Bonita né, uma amizade que nasce a partir da precariedade. Quando você chega desprevinido, o outro viu o que você tem de pior, e mesmo assim ele se apaixonou por você.
Amor concreto, cotidiano, diário. Jesus se apaixonava assim pelas pessoas e as tornava suas amigas, trazia para perto dele. É fascinante olhar para a capacidade que esse homem, que esse Deus tem , de investigar a miséria do outro e encontrar a pedra preciosa que está escondida.
Isso é Páscoa, isso é ressurreição, é quando no sepulcro do nosso coração alguém descobre um fio de vida e ao puxar esse fio de vida, faz com a gente que se torne melhor.
Não há nada mais bonito do que você ser achado quando você está perdido. Do que ser encontrado no momento em que você não sabe pra onde ir, e nem onde está
O amor humano tem a capacidade de ser amor de Deus em nossa vida por causa disto, porque ele nos elege.
Por isso que é bom nós termos amigos, porque na verdade as pessoas amigas, antecipam no tempo aquilo que nós acreditamos ser eterno.
Quando elas são capazes de olhar para nós e descobrir que temos de bonito, mas que as vezes costuma ficar escondido, por trás daquilo que é precário.
Agradeço muito a Deus pelos amigos que eu tenho, pelas pessoas que descobriram o que eu tenho de pior, uma coisinha que eu tenho de bom e mesmo assim continuam do meu lado. Me ajudando a ser gente, me ajudando a ser mais de Deus, ajudando a buscar dentro de mim a essência boa, que a gente acredita, que Deus esqueceu em cada um de nós.
Ter amigos como diz meu amigo gaucho “Maninho” é como arvorear, lançar galhos, lançar raízes para que o outro quando olhe a árvore, saiba que nós estamos ali, que nós permanecemos para trazer ao outro um pouco de aconchego, que as vezes ele precisa na vida.
Arvoreie, crie árvores, seja amigo!"


Já dizia Mario Quintana: Se tiver que me esquecer, esqueça, mas bem devagar.
Pe. Fabio de Melo


Letra :
Flores são todas as cores
Se tantos amores
Que eu nunca esqueci
Límpida passa no peito essa seiva
Verdade que me une a você

Livre de toda a maldade
Essa tal de amizade pra mim é raiz
Que deixa marcas no solo
É a beleza do colo, do ombro e do sim
Necessidade da terra
Presença
Essencial para a vida

A sua maneira de ser para mim
Já poda o que há de ruim
A minha vontade de ser pra você
Feito sombra, descanso sem fim
E se algum dia esquecer de mim
Só se lembre que eu tenho raiz
Só se lembre que estou por aqui

Necessidade da terra
Presença
Essencial para a vida


A sua maneira de ser para mim
Já poda o que há de ruim
A minha vontade de ser pra você
Feito sombra, descanso sem fim
E se algum dia esquecer de mim
Só se lembre que eu tenho raiz
Só se lembre que estou por aqui.



sexta-feira, 1 de maio de 2009

Lançamento livro: Cartas entre amigos


Livro: Cartas entre amigos
Assunto: Literatura Brasileira - Contos e Crônicas
Editora:Ediouro
Autor:Gabriel Chalita e Padre Fabio Melo

Autógrafos:
Quarta-feira, 13 de maio às 19:00
Local:Livraria Cultura Conjunto Nacional - Av. Paulista, 2073 - São Paulo/SP

Sobre a obra:
A obra "Cartas entre amigos", traz experiências e lições de vida, contadas de maneira leve e poética. Violência, desastres, medos, angústias, solidão, sobrecarga, ódio, inveja, busca pelo amor. Este mundo pós-moderno, que trouxe avanços tecnológicos e maior rapidez na obtenção e na troca de informações, ao mesmo tempo originou novos sentimentos em virtude de tantas mudanças. É sobre esses sentimentos, que afetam a vida de todos nós, que os autores discorrem. Histórias vivenciadas por eles tornam-se verdadeiros ensinamentos, com passagens inesquecíveis como a perda de pessoas queridas relatadas por Chalita ou ainda as experiências de Fábio em seus estudos e passagem por paróquias de todo país.

Sobre o autor:
* Gabriel Chalita é autor de 46 livros, entre eles ‘Os dez mandamentos da ética’, ‘Pedagogia do amor’, ‘Vivendo a filosofia’, ‘As seduções no discurso’ e ‘Mulheres que mudaram o mundo’. Chalita atua como escritor, professor, apresentador de rádio e TV e ainda vereador – foi o mais votado na capital paulista nas eleições de 2008. Bacharel em Direito e Filosofia, tem dois cursos de doutorado e dois mestrados – um deles em Ciências Sociais. É membro da Academia Paulista de Letras e também da União Brasileira de Escritores.


* Padre Fábio de Melo é graduado em teologia na PUC/Rio e em filosofia pela Fundação Educacional de Brusque (SC), pós-graduado em Educação além de mestrado em teologia sistemática. Autor do best-seller ‘Quem me roubou de mim?’ e outros livros como ‘Quando o sofrimento bater à sua porta’, ‘Mulheres de aço e de flores’, ‘Tempo: saudades e esquecimentos’, entre outros. Na música, já lançou 11 CDs com mais de 1,2 milhão de cópias vendidas e 120 shows realizados no ano de 2008.

Lançamento livro: Cartas entre amigos


Livro: Cartas entre amigos
Assunto: Literatura Brasileira - Contos e Crônicas
Editora:Ediouro
Autor:Gabriel Chalita e Padre Fabio Melo

Autógrafos:
Quarta-feira, 13 de maio às 19:00
Local:Livraria Cultura Conjunto Nacional - Av. Paulista, 2073 - São Paulo/SP

Sobre a obra:
A obra "Cartas entre amigos", traz experiências e lições de vida, contadas de maneira leve e poética. Violência, desastres, medos, angústias, solidão, sobrecarga, ódio, inveja, busca pelo amor. Este mundo pós-moderno, que trouxe avanços tecnológicos e maior rapidez na obtenção e na troca de informações, ao mesmo tempo originou novos sentimentos em virtude de tantas mudanças. É sobre esses sentimentos, que afetam a vida de todos nós, que os autores discorrem. Histórias vivenciadas por eles tornam-se verdadeiros ensinamentos, com passagens inesquecíveis como a perda de pessoas queridas relatadas por Chalita ou ainda as experiências de Fábio em seus estudos e passagem por paróquias de todo país.

Sobre o autor:
* Gabriel Chalita é autor de 46 livros, entre eles ‘Os dez mandamentos da ética’, ‘Pedagogia do amor’, ‘Vivendo a filosofia’, ‘As seduções no discurso’ e ‘Mulheres que mudaram o mundo’. Chalita atua como escritor, professor, apresentador de rádio e TV e ainda vereador – foi o mais votado na capital paulista nas eleições de 2008. Bacharel em Direito e Filosofia, tem dois cursos de doutorado e dois mestrados – um deles em Ciências Sociais. É membro da Academia Paulista de Letras e também da União Brasileira de Escritores.


* Padre Fábio de Melo é graduado em teologia na PUC/Rio e em filosofia pela Fundação Educacional de Brusque (SC), pós-graduado em Educação além de mestrado em teologia sistemática. Autor do best-seller ‘Quem me roubou de mim?’ e outros livros como ‘Quando o sofrimento bater à sua porta’, ‘Mulheres de aço e de flores’, ‘Tempo: saudades e esquecimentos’, entre outros. Na música, já lançou 11 CDs com mais de 1,2 milhão de cópias vendidas e 120 shows realizados no ano de 2008.