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sexta-feira, 30 de abril de 2010

Padre Fábio de Melo e Gabriel Chalita na 4ª Bienal do Livro de São José do Rio Preto


4ª Bienal do Livro de São José do Rio Preto

Palestra “Conferência entre amigos” - Padre Fábio de Melo e Gabriel Chalita
Data: 1º de maio
Horário: 9h30
Local: Anfiteatro da Represa Municipal

Na palestra, os autores abordarão o livro “Cartas entre Amigos – Sobre Ganhar e Perder”, lançado no último dia 28.
Neste sábado (1º/4) a 4ª Bienal do Livro recebe cinco atrações, a palestra “Conferência Entre Amigos”, do Padre Fábio de Melo e Gabriel Chalita; o show “Tocar na Banda”, de Vânia Bastos; as exibições dos filmes “Sobe ou Desce” e “O Homem Nu” e a leitura de trechos dos textos de Hilda Hilst, o trabalho é intitulado “As Várias Faces de Hilda Hilst”, de Rosaly Papadopol.

A palestra “Conferência Entre Amigos”, do Padre Fábio de Melo e Gabriel Chalita, será às 9h30, no Anfiteatro da Represa Municipal. Na palestra, os autores abordarão o livro “Cartas entre Amigos – Sobre Ganhar e Perder”, lançado no último dia 28.

As indagações do mundo real e os dilemas cotidianos são objetos das reflexões sobre ganhar e perder, compartilhadas entre o padre Fábio de Melo e Gabriel Chalita. As cartas nascem das afinidades intelectuais de duas mentes motivadas e envolvidas com seu tempo. O livro resulta em um entrelaçar de textos na construção de palavras geradoras de esperança, uma obra anunciadora de um futuro em que a solidariedade, a empatia, a compaixão, o respeito e a alegria sejam protagonistas.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Amigos que acompanham o BLog "Amigo de Fé"

Registro o meu carinho a todos que acompanham o Blog,  através dessa citação do Padre Fábio de Melo que consta na pg.67 do livro Cartas entre amigos - Sobre ganhar e perder  que  descreve exatamente o que desejo expressar.
"Gente de quem nunca cruzei o caminho real, mas que entrou pelos corredores da minha vida. Gente que tocou o meu coração." (Pe. Fábio de Melo)



Amigos que acompanham o Blog Amigo de Fé

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Andrea

Andrea Cristina Pereira Silva

Angelica

AnGinha

Baillando

BATISTA

Betty

BløG da Tania

Cateclicar Paróquia Nossa Sra Aparecida

Ceeh Costa

Chris MG

Cícero Batista (Blog amigodefé vida)

Cirlei Santos

Cleia Marcia Fonseca Almeida

Cristiane

da

daanii_krewer

Daniel Max Max

Danny100%amiga

Déia

Diário de uma Streghe (Lea Costa)

Dora

dourado

dudinha costa

EDNA CHAVES

Eliane Jany Barbanti

Eliete Alves

Emmanuel Antonio

Eula Cristina

Fabi Simplicio

fatima13deabril

Fifa

Francisca Martins

George Huxcley

Glória Guimarães

goscristovao rcc

Graça

Graça Caiado

graziela segredo silvestre

henny raquel

Ilma Menezes

Irina Cunha

janete petry

JOCILENE

joelma dantas

josiane barbosa

KatyMoura

KELEN MOURA

kyka

Leonardo Caldas

Liliam Lopes Franklim

MALU

Manoella Moreira

Mara Rabello

marciela giavarini capelini

Marcy andrade

Maria Conceição Gonçalves

Maria De Fatima

Maria Emilia Nascimento

Maria Ires do Socorro

MARINA GOBBI

Michelle

Miriane

moninha

msszc

nice

Patiih

Patrícia

patrícia cardoso

PAULA APARECIDA MEDINA

Pavarini

raquel moreira

Renilma (amar simplesmente amar)

rickson.silvestre

Roberta Pontes

ryJXo5x_hPz.9ESsIH6hovTIN2QeJFkPkPk-

Samira Matarazzo

silvana noronha

Simone Barbosa

SOLANGE BELINSKI

Suelen Machado

Talitha Carvalho

Telma Rosa

vanladeia

WALCICLEIA DE SA RAPOSO









Que ao abrirmos a janela de nossos corações encontremos os raios do sol indicando as diversas possibilidades que Deus nos oferece todos os dias.
Blog "Amigo de Fé (Simone)

sábado, 24 de abril de 2010

Um diálogo sobre a vida e a filosofia - Reportagem Revista Época

Um diálogo sobre a vida e a filosofia
Gabriel Chalita e o padre Fábio de Melo reabilitaram a epístola. Seus livros de cartas que enviaram um para o outro são bestsellers
Redação Época


PARCERIA

O escritor Gabriel Chalita (à esq. na foto) e o padre Fábio de Melo reabilitaram um gênero literário esquecido: a epístola. Seus livros de cartas são campeões de venda

A troca de cartas foi aparentemente esquecida desde o advento da internet e do e-mail. A correspondência virtual imprimiu aos nossos tempos um estilo de comunicação seco e direto, sem a intimidade característica das cartas outrora escritas à mão. Não há, porém, nada num e-mail que o impeça de resgatar esse tom epistolar. É precisamente esse o maior recado do segundo livro da dupla formada pelo escritor Gabriel Chalita e pelo padre, cantor e compositor Fábio de Melo. O volume Cartas entre amigos – Sobre ganhar e perder (Editora Globo, 225 páginas, R$ 39,90) reúne a correspondência virtual trocada pelos dois entre setembro de 2009 e fevereiro deste ano. As 18 cartas – ou e-mails – versam sobre suas inquietações a respeito de conceitos como vitória e derrota e traduzem visões singulares de vida e filosofia. Seu tom sincero e genuíno renova um gênero literário quase esquecido: a epístola (leia abaixo os trechos selecionados das cartas) .

No primeiro livro da dupla, Sobre medos contemporâneos (lançado no ano passado pela Ediouro), Chalita e o padre Fábio escreveram sobre solidão, fracasso, inveja, envelhecimento. Foi um dos cinco livros mais vendidos de 2009. “No novo livro procuramos discutir o significado do conceito de ganhar e perder”, diz Chalita. “As pessoas se sentem derrotadas por coisas tão simples, como ir mal numa prova, perder o emprego, problemas amorosos.”

Não há registro no livro de local ou de data de cada uma das 18 cartas trocadas. “Os assuntos de que tratamos ali são atemporais”, afirma Chalita. Aos 41 anos, formado em Direito e filosofia, Chalita é professor de graduação e pós-graduação da PUC-SP e da Universidade Mackenzie, membro da Academia Paulista de Letras e da Academia Brasileira de Educação. Em 2008, foi o vereador mais votado nas eleições municipais paulistanas, com 102 mil votos. Já lançou 50 obras – o primeiro título quando tinha 11 anos: uma carta dirigida a Deus, perguntando por que seu irmão, com síndrome de Down, não se curava.

O padre Fábio de Melo, de 39 anos, é formado em filosofia e teologia. Já lançou crônicas, contos e ensaios filosóficos. É referência hoje no universo da música cristã. Seus 12 CDs ultrapassaram a marca de 2 milhões de cópias vendidas e transformaram-no em ídolo popular.

Chalita conheceu padre Fábio há seis anos no programa de entrevistas que apresenta na rede Canção Nova, ligado ao movimento católico conhecido como Renovação Carismática. A afinidade dos dois em filosofia e literatura conduziu à amizade e à intensa troca de e-mails sobre temas contemporâneos. “A gente não discutia nada previamente ou decidia sobre o que trataríamos em nossos e-mails”, diz Chalita. “Não houve pesquisa de nenhum dos lados. Escrevemos sobre as experiências que estávamos vivendo.”

No novo volume, intitulado ao estilo dos filósofos clássicos como Sobre ganhar e perder, Chalita inicia uma carta contando “os horrores praticados na Tanzânia contra os albinos”, história relatada por uma jurista num congresso de direitos humanos. Por lá, há uma superstição: os albinos são vítimas de rituais de mandinga e sacrificados. Muitos tanzanianos acreditam que o sangue ainda quente dos albinos traz sorte. Vencer, para os feiticeiros da Tanzânia, é realizar a proeza de matar albinos e sorver-lhes o sangue ainda quente. Na resposta de padre Fábio, ele destaca o entendimento equivocado do conceito: “É lamentável que nos dias de hoje ainda tenhamos de admitir tamanho absurdo. O fato nos leva a compreender que, em muitos lugares do mundo, o respeito ao ser humano ainda não aconteceu. Ele ainda está condicionado a fatores culturais”.
O diálogo mantido ao longo do livro é comparado pelo padre Fábio aos debates na ágora, praça das antigas cidades gregas onde era realizada a troca de mercadorias e de ideias. À maneira dos filósofos gregos, ele se debruça sobre o que define como “a filosofia do cotidiano, a reflexão nossa de cada dia”.
Além do tom intimista, outro recurso usado pelos missivistas para aproximar essa filosofia do leitor é citar poemas, romances, estudos e filmes. A vida dos outros, longa-metragem alemão, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2007, é lembrado por Chalita como exemplo do interesse que as relações humanas despertam. No filme, um espião da Stasi, a polícia secreta do governo alemão oriental, se sente tocado pelo drama vivido pelo casal que espionava e, anonimamente, acaba por ajudá-lo. Chalita cita ainda A era dos direitos, do filósofo italiano Norberto Bobbio, como exemplo da importância do estado de direito, da democracia, da paz e de valores humanos: o aprendizado com as diferenças e o amor.

Em Cartas entre amigos – Sobre ganhar e perder, assim como em Sobre medos contemporâneos, Chalita e padre Fábio procuram promover uma reflexão sobre as relações humanas e tudo o que as envolve: sentimentos, pensamentos e atitudes. Padre Fábio relembra os dizeres bíblicos e compara a boa palavra ao bom alimento, ambos necessários a uma vida saudável. “Uma boa reflexão pode mudar o rumo de uma vida”, diz ele. “As pessoas erram muito porque refletem pouco.” As palavras trocadas pela dupla revelam como o e-mail pode ser um gênero de comunicação enriquecedor.




Trechos de uma carta de Gabriel Chalita

“Querido irmão padre Fábio,Depois de alguma pausa, voltemos à nossa prosa. No fluxo de nossa vivência, vamos aquinhoando experiências. Nossos olhares são capazes de reter considerações que vão moldando o que somos. A imagem surge como os sentidos captando impressões. Depois dela, vem o conceito. O conceito é o que permanece quando a imagem se esvai. É como o conhecimento que fica com o avançar da aprendizagem. Lançamos mão de excessos para que a viagem fique mais leve ou para que o compartimento dos nossos sentidos receba outros companheiros. O bom conceito é aquele que traz a companhia da bondade, da gentileza, do respeito, entre outros avidamente esperados. Esperamos como necessidade vital. Esperamos o amanhecer. Esperamos o entardecer. Esperamos a demorada cicatrização da incômoda ferida. Esperamos um amor. Esperamos compreensão. Compreensão apenas, amigo. Guimarães Rosa dizia que ‘esperar é reconhecer-se incompleto’ ”

“Querido amigo, Este é um ensinamento fundamental: não permitir que a nossa vida caia no banal. Ler Dostoiévski, Tolstói, ou ouvir as histórias de Rosa, ou de dona Ana, ou de dona Anisse; beber em Padre Vieira, ou em mulheres e homens que nas praças e nas esquinas oferecem o paladar apurado pelo tempo; tudo isso nos tira do banal e nos empresta ornamentos para nossa travessia. Amigo, quando escrevo para você, escrevo para mim também. O verbo vai ganhando autonomia. As palavras são desafiadoras. Fico pensando se de fato eu paro, nem que seja em algumas janelas, para contemplar as vidas que se escondem por detrás dos véus das cortinas ”

Trechos de uma carta de Fábio de Melo
“Meu querido Gabriel,Há discursos extensos que não nos presenteiam com palavra alguma. É a fala infértil, prolixa, redundante. Não agrega absolutamente nada ao que somos, mas ao contrário é capaz de nos retirar a alegria e a disposição. Neste mundo em que vivemos, é muito comum nos depararmos com discursos assim. Mas há outros que são ricos de palavras geradoras. São construídos a partir de uma visão holística da realidade, capaz de abarcar inúmeros aspectos numa mesma trama de palavras. É o discurso que não abre mão da sensibilidade, que realiza a proeza de colocar na mesma pauta razão e emoção. Meu amigo, sua carta é um celeiro de palavras geradoras. Seu olhar sobre o mundo é profundo e respeitoso. A raiz de tudo isso é o amor que você tem pela humanidade. Não é possível refletir as questões fundamentais da comunidade humana sem que por ela existam amor e respeito ”

“Meu amigo Gabriel,sua carta me proporcionou uma pequena viagem literária. Foi interessante reencontrar o contexto profundo dos personagens de Machado, atado à retórica eloquente de padre Vieira. De um lado está o escritor que não temeu descrever as mazelas humanas. A escrita vigorosa de Machado colocou à luz o subterrâneo da condição humana. De outro, está o homem que cresceu sob a luz esperançosa da fé cristã. O que por Machado foi revelado com perspicácia e ironia, por ele foi refletido a partir de rebuscadas teologias. A condição frágil e inacabada do ser humano encontra redenção no Evangelho que padre Vieira anuncia"

Fonte: Reportagem Revista Época

domingo, 18 de abril de 2010

Vivendo a transformação interior - Homilia Kairós Canção Nova

Vivendo a transformação interior


Homilia - Kairós Canção Nova
18/04/2010
Fonte: Site Canção Nova
O lema da minha ordenação sacerdotal é: “E a sorrir, pronunciaste meu nome”.

Quando a nossa mãe nos chama pelo nome composto é sinal que a coisa não está boa, “o mar não está para peixe”. Toda palavra tem um invólucro, que é aquela emoção da voz. Tudo depende da maneira como o outro diz o seu nome, ou como diz a frase.

Padre Fábio de Melo preside Missa na Canção Nova
Foto: Vânia/CN
+ Fotos no Flickr

Um dia escutei Jesus chamando meu nome assim: “Fábio meu filho”. Sorrindo mesmo. Jesus é muito tranquilo quando chama, porque Ele sabe que se for dócil, aquele que é chamado, a pessoa vai ficar do jeito que Ele quer.

Deus nos chama pelo nome. Deus me chamou na minha infância simples, mas extremamente rica de poesias e significado. Deus usou das imagens que sabia que me atrairiam, não me chamou a partir de coisas que eu não gostava. Deus é sábio. Num primeiro momento, Ele se utiliza de contextos dos nossos desejos, das alegrias que nos arrepia a alma, depois que entramos no processo, Ele vai com pedagogia nos dizendo que depois do “leite” tem que ter “alimento sólido”.

Quer ser grande? Passe pelo caminho da humilhação. A primeira vez que Deus te chama, é uma história bonita, mas dura. Jesus com um método pedagógico maravilhoso faz com que os discípulos voltem à vida antiga. Depois do calvário, qual foi a primeira frase? “Vamos pescar.” Os olhos dos discípulos se abriram no contexto de uma vida antiga, mas inadequada.

"A nossa verdade é o lugar onde Deus trabalha", afirma Padre Fábio de Melo
Foto: Vânia/CN

A nossa verdade é o lugar onde Deus trabalha, onde Ele pode agir. Aos poucos vamos sendo chamado de outras formas, vamos sentindo que Deus vai chamando o nosso nome de outro jeito, e se correspondemos com o que Deus vai mudando dentro de nós, com certeza ficaremos cada vez melhores, porque quando Deus faz, não faz porcaria.

O que você faz com a fragilidade que tem dentro de você? A proposta de Jesus para nós é violenta, e por isso, Ele disse que só vai entrar no Reino dos Céus os violentos.

A mesma Voz que me chamou um dia, chama você também. A partir dos seus recursos, Deus vai te transformar em uma pessoa muito melhor do que você é.

Eu não sei quando foi que Jesus entrou na sua vida, ou os recursos que Ele usou para chamar a sua atenção. Não sei se Jesus já entrou muito ou pouco na sua vida, mas de uma coisa eu tenho certeza: você já não é mais o mesmo, alguma coisa de muito divino já começou acontecer dentro de você.

Ninguém está garantido, nós estamos todos no mesmo processo para o coração ficar melhor. Às vezes, o reflexo do outro nos vai fazendo ser melhor, como outros que nos fazem retroceder. Nós não queremos retroceder. Eu não sei o quanto Deus já entrou em você, mas uma coisa é certa: Ele está à porta do seu coração para te fazer um homem novo, uma mulher nova.




A esperança que constrói a alegria - Pregação Kairós na Canção Nova

A esperança que constrói a alegria
Pregação Kairós - Canção Nova
18/04/2010

Fonte : Site Canção Nova

Para chegarmos ao Céu não podemos parar de lutar. Não podemos desapontar a Deus. “Viver pra mim é Cristo, quando se é cristão não se para de lutar”. É por isso que eu enfrento o dia de hoje com essa disposição. Deus não nos trouxe aqui por acaso. Deus não nos tiraria da nossa casa, sem que nada aconteça, hoje, dentro de nós. Eu não quero que esse dia passe em branco.

Padre Fábio de Melo na Canção Nova
Foto: Vânia/CN
+ Fotos no Flickr

“Alegrai-vos sempre no Senhor. Repito: alegrai-vos! Seja conhecida de todos os homens a vossa bondade. O Senhor está próximo. Não vos inquieteis com nada! Em todas as circunstâncias apresentai a Deus as vossas preocupações, mediante a oração, as súplicas e a ação de graças. E a paz de Deus, que excede toda a inteligência, haverá de guardar vossos corações e vossos pensamentos, em Cristo Jesus” (Filipenses 4,4-7).
Quando você escuta a palavra alegria, qual a primeira imagem que vem ao seu coração? Um circo, alguém rindo... A nossa compreensão do que chamamos alegria é bem rasa, é algo mais externo. Alegria não pode ser na nossa vida apenas fator externo. A alegria que hoje São Paulo recomenda aos Filipenses é o que queremos.
A esperança é o que faz com que encaremos a vida, mesmo que tenhamos dificuldade. A esperança cristã precisa ser operante, alguém que está esperando se antecipa.


Alegrai-vos na esperança. Como ter alegria a partir da esperança? Só tem direito de sorrir aquele que verdadeiramente preparou as razões para o sorriso. A esperança é comprometedora, eu tenho que fazer um contexto de ações para que minha esperança não seja em vão. Muitas vezes queremos as realizações, mas não queremos o compromisso da esperança. Se quisermos a alegria sem nos comprometermos com a esperança, ficaremos desiludidos. Temos direito de esperar pela alegria quando não paramos de lutar. Esse é o segredo dos campeões. O caminho que nos leva a alegria é a esperança.

A alegria vai embora da nossa vida porque falta o compromisso com a esperança. Não podemos abrir mão daquilo que somente nós podemos fazer. Cristianismo é lutar todos dias para que a esperança seja verdadeira. Cristianismo é luta, é aprender a lidar consigo mesmo.

“Eu não dou conta”. Esta é a frase que mais mata as pessoas hoje. “Eu não dou conta de parar de fumar” “Eu não dou conta...” Eu sei que não é fácil parar de fumar, não é brincadeira, mas começar foi brincadeira, então assuma a responsabilidade e pare de fumar. O caminho é estreito, e quem achou que era fácil estava enganado. Pare de perder a sua saúde, sua vitalidade, pare de jogar dinheiro fora. Eu sei que não é fácil, mas busque ajuda.

Não acredite naqueles discursos que querem te enganar, o céu não se compra com dinheiro, mas com atitude, conversão. Deus não é moeda de troca. Não corra atrás de um cristianismo que te ilude, para chegar ao Céu é preciso trabalhar.

“Viver pra mim é Cristo, morrer para mim é ganho, não há outra questão, quando se é cristão não se para de lutar. Triunfarei sobre o mal, conquistarei troféus, não há outra questão quando se é cristão não se para de lutar”.

A construção da nossa esperança passa pelos nossos amigos. A santidade só é possível na comunhão. Recorde-se das pessoas que te ajudam na construção da sua esperança. Não perca a capacidade de trazer para sua vida aquelas pessoas que te ajudam a trazer de pé a sua esperança.

Fonte : Site Canção Nova




sábado, 17 de abril de 2010

Padre Fábio de Melo: "Meu objetivo é evangelizar"

16/04/2010
Padre Fábio de Melo: "Meu objetivo é evangelizar"

Prêmio de melhor cantor
"Fui contemplado na categoria cantor, no Melhores do Ano, do Domingão do Faustão. O prêmio é uma responsabilidade grande. Tenho um trabalho diferente como padre e isso me expõe de outra forma ao Brasil. A música é um instrumento de evangelização."

Críticas
"Tive dificuldade em convencer as pessoas de que poderia fazer um trabalho de qualidade. Já recebi muitas críticas, mas agora elas estão mais amenas. Apesar de a música católica já ter feito história no Brasil, as pessoas não entenderam quando surgi com uma nova proposta. Mas isso faz parte da vida. A crítica bem-feita nos edifica."

Padre pop
"Tudo que faço, o desdobramento de eu ser padre, geram estes termos: 'ele é artista, é pop...' Essa é uma maneira fácil de nomear o outro. O meu objetivo é evangelizar."

Artista assumido
"Não tenho problema em assumir o meu lado artista. Sou, sim, artista, mas antes de tudo, sou um padre! Meu trabalho é verdadeiramente de arte, de sensibilidade. Mas sou um artista no segundo plano, o meu primeiro trabalho, a minha primeira experiência de vida, é ser padre."

 
Pedofilia
"É triste. Considero um dos mais bárbaros crimes, pois deixam marcas terríveis na vida das pessoas. Acho que todo crime de pedofilia deveria ser punido, assim como qualquer outro crime. Nós não temos o direito de tratar isso como displicência."


Fiéis
"Não tenho um número de fiéis conquistados, mas a partir do resultado do meu trabalho, estima-se que 70% dos telespectadores do meu programa não sejam católicos. Isso significa que atinjo muita gente que não professa religião nenhuma."

 
Próximo trabalho
"Em junho farei o DVD do CD Iluminar, que foi o último trabalho lançado. Provavelmente será gravado no Teatro Abril, em São Paulo."


Fonte :(Conteúdo do site mdemulher.abril.com.br )

terça-feira, 6 de abril de 2010

Cartas entre Amigos - sobre ganhar e perder

Noite de autógrafos :  28/04 => Livraria Cultura - São Paulo - SP
Endereço: Avenida Paulista nº 2073, 9º andar - Conjunto Nacional
Horário: de 19 às 22 horas

Livro: Carta entre amigos – sobre perdas e ganhos
Editora Globo

Descrição: 
Cartas entre Amigos: Sobre Ganhar e Perder

As indagações do mundo real e a da própria vida diária levaram os amigos Gabriel Chalita e padre Fábio de Melo a se corresponderem por um meio quase esquecido em tempos de e-mails: as cartas escritas à mão!

Dessa troca, desse diálogo entre os amigos, surgem de maneira quase iluminadora, respostas para muitas questões que a sociedade ainda espera.

Das reflexões individuais de cada autor nascem as afinidades intelectuais de duas mentes motivadas e envolvidas com nosso tempo, e que trazem ao leitor referências - de textos escritos em outras épocas - que podem ser citadas em qualquer situação do mundo contemporâneo em que vivemos.

Em Cartas entre Amigos: Sobre Ganhar e Perder, de Gabriel Chalita e Fábio de Melo, Machado de Assis, Castro Alves, Guilherme de Almeida, Graciliano Ramos, entre outros escritores, dialogam com as inquietações dos autores e mostram análises confortantes, que aliviam a aparente desesperança de viver no século 21. Já as citações de autoras em plena produção literária, como Adélia Prado e Nélida Piñon, permeiam o livro nos dando a sensação de ser "entendido" por alguém.

Na carta inaugural do livro, Gabriel Chalita lembra como o conhecimento nasce da experiência pessoal, mas cresce pelo convívio e pelo respeito pelo outro. E ensina como a espera e a esperança dão significado à experiência e ao conhecimento, como por exemplo, na frase "esperar é reconhecer-se incompleto".

O livro demonstra que a esperança é por uma humanidade mais fraterna. Porque o mundo contemporâneo impõe "o desafio diuturno de não desistir da pessoa humana". E essas cartas nasceram da aceitação desse desafio, de reinaugurar um futuro com mais solidariedade, empatia, compaixão, respeito e alegria.

Para Fábio de Melo as páginas deste livro são páginas de preservação, um verdadeiro "celeiro de palavras geradoras", já que ambos autores preservam vivas passagens da própria vida para compor este envolvente livro - destinado a conquistar os corações e as mentes de seus leitores.

sábado, 3 de abril de 2010

Parabéns repleto de bençãos e agradecimentos.

Reafirmo as palavras que expressei o ano passado, creio no poder infinito da oração.
Que todos os desejos de felicidades se revertam em luz na sua caminhada sacerdotal.
Blog "Amigo de Fé " - Simone
03/04/10